Para quem tem medo de ser criativo, ou sofre ao sair fora do padrão

Para quem tem medo de ser criativo, ou sofre ao sair fora do padrão

Hoje eu vim aqui falar com você sobre uma coisa que eu amo, CRIATIVIDADE!

A habilidade que era a 10ª da lista de previsões das demandas de mercado para 2015, agora faz parte das três habilidades mais destacadas para 2020.

Apesar da criatividade já ser reconhecida como uma das três habilidades mais exigidas no perfil de um bom profissional, ela ainda é encarada com uma certa barreira por muitos de nós.

Você se sente culpado quando investe um dia de trabalho para ter novas idéias deixando as atividades padrão de lado?

Ou se sente jogando seu dinheiro no lixo quando em um curso que você tenha pago muito caro, te pedem para fazer um desenho, ou brincar com massinha?

Se você não se sente mal, parabéns… Ou você tem menos de 27 anos, ou já entendeu a importância da criatividade na sua vida.

Por muito anos a criatividade foi encarada como algo que pertencia apenas ao mundo dos artistas ou daquelas pessoas que realmente tinham algum talento artístico, e nas escolas, as disciplinas trabalhavam com criatividade, eram sempre inferiorizadas ao se comparar com as disciplinas de exatas. Quem nunca chegou em casa com 10 em artes, e 3 em matemática e teve que ficar de castigo e escutar os pais dizerem que matemática e português eram disciplinas mais importantes … Sabe por quê?

E meados de 1970, logo após a ditadura militar no Brasil, surgiu o Período Tecnicista… Esse período foi conhecido como um estilo de aprendizado onde apenas as habilidades técnicas eram reconhecidas como importantes. Nas escolas a grade curricular tinha que seguir um mesmo padrão e transformava professores e alunos em meros executores e receptores de projetos elaborados de forma autoritária e sem qualquer vínculo com o contexto social a que se destinavam. As escolas passaram a oferecer o ensino a música, apenas para aquelas pessoas que possuíam algum talento nato, e os alunos que tentavam inventar algo novo, do qual saísse das cartilhas, eram castigado pelos professores.

Você entende agora, o motivo pelo qual muitas pessoas dentro das organizações ainda sentem medo de tentar algo novo, ou de serem criativas? Um pouco veio de herança desse período tecnicista e outro pouco vem das próprias organizações que mesmo sabendo que é importante inovar, continuam seguindo padrões e punindo quem sai fora deles.

Se a sua empresa, ou você profissionalmente, sabe que precisa inovar, ou fazer algo diferente para permanecer se destacando no mercado. Então entenda que antes disso você precisará trabalhar algumas crenças que você tem sobre a criatividade, pois sem ela você não irá muito longe.

Se você quer saber como ser mais criativo, e desbloquear essas crenças que te limitam, fale comigo!

Eu tenho um e-book com 10 dicas fantásticas que irão te ajudar, além de um workshop de criatividade que ajuda a desbloquear os pensamentos convencionais e trabalhar com os 3 tipos de imaginação para resolução de problemas complexos.

Um grande, abraço… E bora inovar!

Lego Serious Play, vamos resolver problemas com brincadeira séria?

Lego Serious Play, vamos resolver problemas com brincadeira séria?

Muitas pessoas tiveram o prazer em sua infância de brincar com o Lego, os famosos bloquinhos coloridos que ajudavam a desenvolver criatividade, habilidades cognitivas e motoras. Agora da infância para a organização.

Segundo a Think Market: “O método do LEGO SERIOUS PLAY surgiu por volta de 1996. À época, o presidente da LEGO Company, Kield Kirk Kristiansen, necessitava de um novo processo estratégico para a sua empresa pois estava perdendo muito mercado devido ao avanço de jogos eletrônicos. Então, dois professores Johan Roos e Bart Victor que estavam à procura de alternativas para os resultados convencionais de planejamento estratégico foram convidados a fazer parte de uma equipe formada por Robert Rasmussen da LEGO e outro professor, David Owens, para conduzir a criação do produto e da empresa “LEGO Serious Play”.

O método Lego Serious Play transforma o brinquedo em uma ferramenta para refletir sobre o cenário estratégico das empresas, mapeamento de processos, impacto entre as áreas. Esse método casa muito bem com as ferramentas de qualidade, melhoria, inovação, além claro de ser um método que desbloqueia a criatividade que antes estava adormecida.

Com isso é possível ter um maior engajamento das pessoas, visto que elas se sentem parte do processo e ajudam na resolução dos problemas. Pensamento criativo? Design thinking? A ideia é que todos possam contribuir para a discussão, decisões e resultados. Isso transforma o conhecimento individual em conhecimento coletivo.

Assim a “Serious Play” se desenvolve dentro de vários cenários